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26/04/2017
Secretário de Saúde de Osasco reconhece o sucateamento dos serviços da cidade e atribui problemas à dificuldade orçamentária
Portaria da secretaria impõe que médicos devem atender cinco pacientes por hora, o que vai precarizar as consultas, ou seja, cada atendimento deverá durar apenas 12 minutos

SIMESP
Na tarde de ontem, dia 25, o presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Eder Gatti, se reuniu com o secretário de Saúde de Osasco, José Carlos Vido, juntamente com uma comissão de médicos de diferentes unidades de saúde do município para debater os principais problemas enfrentados pelos profissionais. Essa foi a primeira reunião da mesa de negociação permanente pleiteada pelo Simesp.

Durante o encontro, os médicos assinalaram que a rede de saúde de Osasco está sucateada e acumula várias dificuldades. Foram abordados problemas como infiltrações, computadores sem funcionar, número insuficiente de salas para atendimento e falta de equipamentos como balança pediátrica, oftalmoscópio, otoscópio, termômetro, fita métrica etc. O Simesp, juntamente com os médicos da comissão, fez uma proposta de sistematizar os problemas estruturais e materiais que afetam o trabalho médico e entregarão na próxima reunião, já agendada para o dia 23 de maio.

Em contrapartida, o secretário reconhece os problemas e falou sobre a dificuldade orçamentária para resolver tudo em um curto prazo de tempo. Segundo ele, existem três processos licitatórios em andamento para a reforma do PS Santo Amaro, do OS Pestana e da UBS Olaria. Também está em processo de licitação a contratação de uma empresa terceirizada que fará a manutenção das unidades, mas ainda não há nada acertado.

Os profissionais também se queixaram de determinação da secretaria que impõe ao médico atender cinco pacientes por hora. “Os médicos temem que isso cause sobrecarga de trabalho e precarize as consultas, ou seja, cada consulta deve durar apenas 12 minutos, tempo insuficiente para atender os pacientes e dar o devido encaminhamento”, explica Gatti.

A secretaria também pretende propor projetos de lei para reajustar o valor prêmio incentivo. “Os médicos gostariam entender como se dará a regulamentação do pagamento dessa gratificação. O ideal seria que o prêmio fosse incorporado ao salário”, ressalta Gatti. Os médicos irão elaborar uma proposta da categoria para essas questões, que será apresentada na próxima reunião da mesa de negociação permanente.


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