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09/08/2017
Em cerimônia de posse, nova diretoria do Simesp convida categoria para unir forças contra perda de direitos
 

SIMESP
A diretoria do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), gestão 2017-2020, tomou posse em uma cerimônia realizada na última sexta-feira, dia 4. A diretoria empossada foi eleita com 71% dos votos válidos, indicando apoio da categoria à atual gestão do sindicato. Foram empossadas as diretorias executiva e plena, o conselho fiscal e as diretorias regionais. A gestão vitoriosa continuará sendo presidida por Eder Gatti.

Para o presidente eleito, o período que se inicia, mais do que nunca, precisará do apoio dos médicos, pois é preciso unir forças para enfrentar o momento delicado que o Brasil enfrenta. “O Governo Federal age conforme os interesses dos mais ricos e ataca frontalmente os direitos sociais e a classe trabalhadora é empurrada para a miséria”, discursou. “O governo quer atacar a previdência social e aprovou uma reforma trabalhista que retira direitos dos trabalhadores. Não é apenas os nossos pacientes mais pobres que vão sentir essa reforma, toda a sociedade vai sentir, inclusive nós médicos. Nós teremos dificuldade de acesso à justiça do trabalho”, avaliou.

Representantes de entidades médicas participaram da cerimônia de posse e fizeram breves discursos, fazendo eco à fala de Eder Gatti. O presidente da Federação Médica Brasileira (FMB) também criticou, duramente, o teor das reformas apresentadas pelo governo Michel Temer. “A reforma trabalhista visa não só atingir os trabalhadores brasileiros, mas ela visa atingir, de morte, o movimento sindical”, alertou Waldir Araújo Cardoso.

Em seu discurso, Gatti também lembrou do seu primeiro mandato. “A gestão 2014-2017 não foi fácil. Foi um período marcado pelo subfinanciamento público na saúde, pela estagnação do funcionalismo público, pela crise das entidades filantrópicas, pelo crescimento das organizações sociais e tudo isso resultou na precarização do trabalho médico. Por isso aumentaram as demissões, a pejotização, as terceirizações, quarteirizações e os calotes. E também aumentou a procura dos médicos pelo seu sindicato. E nós nos esforçamos muito para responder a todas as demandas, seja no campo jurídico ou político”, acrescentou.
“As condições de trabalho pioraram de maneira impressionante nos últimos anos”, lamentou o presidente da FMB, novamente concordando com o diagnóstico de Gatti. “Desejamos à nova gestão todo sucesso possível. Saúde e vida longa ao Sindicato dos Médicos de São Paulo”, concluiu. Para Florisval Meinão, presidente da Associação Paulista de Medicina (APM), a reeleição da atual diretoria é “um reconhecimento da classe médica pela excelente gestão”.

“Nós, médicos, precisamos assumir o protagonismo diante dessa conjuntura desfavorável”, pediu Gatti aos presentes. “O Simesp, historicamente, luta pela democracia, pela justiça social e pela saúde como um direito para todos. Nós, o Simesp, representamos o polo progressista da medicina”, ressaltou Eder Gatti.

“Os desafios que nós vamos enfrentar no futuro são muito grandes”, lembrou. “De um lado, um grande número de profissionais com uma formação bastante deficiente e de outro os médicos sendo responsabilizados pelas mazelas da saúde, que tem um grande problema de financiamento”, avaliou Meinão.

“Durante os últimos anos tivemos a oportunidade de participar de alguns eventos com os membros do Sindicato dos Médicos de São Paulo e tivemos a oportunidade de acompanhar o constante empenho do sindicato”, contou Maurício Mota de Avelar Alchorne, diretor cultural da Academia de Medicina de São Paulo.

Homenagem

Durante a cerimônia de posse, três integrantes do Ministério Público de São Paulo foram homenageados com a Comenda Professor Flamínio Fávero (nome do primeiro presidente do Simesp). A comenda é destinada aos que se destacam, sejam médicos ou não, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à população brasileira no exercício de suas atividades públicas.

“Eu quero dizer que o Sindicato dos Médicos tem sido um parceiro da Promotoria de Saúde Pública já há muitos anos”, lembrou o promotor Arthur Pinto Filho, um dos homenageados. “E eu concordo absolutamente com as palavras do Dr. Eder em sua análise de conjuntura”, ressaltou.

“O que observamos é, na verdade, um ataque injusto, inconstitucional e ilegal à constituição”, avaliou, referindo-se ao governo Temer. “Teremos anos muito difíceis, mas o Brasil é muito maior que essa gente que tomou o poder de assalto”, finalizou Arthur Pinto Filho.

A analista de promotoria, Amanda Alves D’Arienzo, também homenageada, representou a promotora Dora Martin Strilicherk, que não pôde estar presente no evento. “Eu não faço nada além da minha obrigação. Sou uma servidora pública com muito orgulho, trabalho em prol da saúde pública e assim o faço em respeito à sociedade. Eu agradeço muito em meu nome e em nome da Dra. Dora”, disse D’Arienzo.


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