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12/03/2018
Diante do caos na saúde de Osasco, prefeito Rogério Lins improvisa e gera mais problemas

Para o Simesp, a medida vai prejudicar ainda mais a população que já sofre com a desassistência na cidade, além de precarizar o vínculo dos médicos que farão os atendimentos. Cidade é a que pior remunera os médicos em toda a região. A desvalorização salarial chega a 46%

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O salário dos médicos servidores do município de Osasco é um dos piores em relação às cidades ao seu entorno. Nos últimos 10 anos, houve uma desvalorização acumulada de 46% na remuneração. Baixo salário somado às péssimas condições de trabalho fez com que a cidade perdesse muitos profissionais nos últimos anos. “A prefeitura ao invés de oferecer salários dignos aos médicos para reverter a situação optou pela terceirização, precarizando as relações de trabalho e o serviço prestado à população. Por isso, a culpa de não preencher as vagas dos últimos concursos é inteiramente da administração municipal”, avalia Eder Gatti, presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp).

Em 2017, os médicos servidores se mobilizaram tentando negociar com a prefeitura uma solução para a crise que se arrasta na saúde da cidade. Sem apresentar soluções efetivas à carreira defasada dos servidores e às péssimas condições de trabalho na saúde, já no ano passado ficou evidente a intenção do prefeito Rogério Lins de prosseguir com o desmonte da saúde pública para privatizar os serviços, o que, de fato, está se concretizando.

Segundo declarações de Rogério Lins e do secretário Municipal de Saúde, José Carlos Vido, à imprensa, serão contratados entre 100 e 130 médicos para atuar em Unidades Básicas de Saúde (UBSs), prontos-socorros e na maternidade do município. A empresa escolhida é a Clínica Pires & Vanci Serviços Médicos Ltda – EPP, conforme despacho publicado no Diário Oficial do Município de Osasco, em 16 de janeiro. “A prefeitura não terá nenhum tipo de controle sobre as condições de contratações de médicos, nem sobre a formação ou perfil do profissional que trabalhará nas unidades. Além disso, os médicos que preencherem essas vagas correm o risco de não terem os direitos trabalhistas respeitados e a qualidade do atendimento à população pode piorar”, avalia o presidente do Simesp.

Gatti lembra que os médicos que trabalham em Osasco de forma terceirizada enfrentam, frequentemente, atrasos salariais, como aconteceu, no final do ano passado, com os profissionais que atuam como pessoa jurídica (PJ) nas unidades de urgência e emergência nos prontos atendimentos do município.

Crise na saúde
Além dos problemas na assistência devido à falta de médicos (o que gera filas e coloca em risco a população osasquense), os médicos que atuam na cidade denunciaram que estão enfrentando uma série de transtornos por conta da falta de exames ou por falta de acesso aos resultados de exames que já tinham sido coletados pelo laboratório de análises clínicas Lambert, que prestava serviço ao município de forma terceirizada e parou de atender a prefeitura nos últimos meses. Os médicos citaram que há casos de pacientes que aguardam resultados dos exames desde janeiro, que foram tentar retirar por três vezes, e continuam sem previsão da entrega dos exames. “Os médicos dependem desses exames para definir a conduta clínica e os pacientes para definirem suas vidas”, pondera Gatti.


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