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02/09/2019
USP se compromete a contratar funcionários e abrir leitos no HU
Representantes da reitoria da USP afirmam que novas contratações serão temporárias e entidades temem que desmonte continue

SIMESP

Após pressão popular, a reitoria da Universidade de São Paulo (USP) contratará profissionais temporários para o Hospital Universitário (HU). Segundo a reitoria os contratos possibilitarão a abertura de cerca de 50 novos leitos. A proposta foi apresentada em reunião no Ministério Público de São Paulo (MP-SP) na última sexta-feira, dia 30 de agosto. O Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) e coletivos da região do Butantã estiveram presentes em busca de alternativas ao desmonte do HU. As contratações emergenciais sinalizadas pela instituição não solucionam em definitivo os problemas do hospital, ou garantem o não fechamentos dos novos leitos ao término dos contratos, que terão duração máxima de um ano.

Segundo Eder Gatti, presidente do Simesp que esteve na reunião, não há planejamento de médio e longo prazo por parte da universidade e os leitos que devem ser abertos com os contratos temporários terão prazo de validade de acordo com a efemeridade das contratações realizadas. “As reivindicações são por um planejamento de recuperação definitiva do HU”, comentou o presidente do sindicato.

A reunião aconteceu um dia após um ato realizado por moradores, em frente ao Instituto Butantã, pela contratação de novos funcionários. Desde junho, a universidade já recebeu pelo menos R$ 10 milhões do total de R$ 40 milhões liberados via emenda parlamentar junto à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em 2019. Do dinheiro auferido, R$ 6,5 milhões seriam para custeio do HU, enquanto os outros R$ 3,5 milhões deveriam ser empregados em recursos humanos, o que ainda não aconteceu. O montante se soma aos R$ 48 milhões já liberados em 2018, também via emenda parlamentar.

 

Entenda o caso

Com o Plano de Demissão Voluntária (PDV), implementado pela reitoria da USP em 2014, 25% dos leitos de internação foram fechados após o desligamento de mais de 200 profissionais. Como resultado, das 25 mil internações anuais realizadas na região do Butantã até 2013, 16 mil ocorriam no HU, hoje, o número caiu para cerca de 3 mil. Além disso, o corpo clínico, que contava com 299 médicos no mesmo ano, hoje atua com 248, comprometendo alas como a unidade de terapia intensiva (UTI) que atualmente opera com 12 leitos, oito a menos que em 2013.

Diante do desmonte do Hospital Universitário, a sociedade civil, através do Coletivo Butantã na Luta, se organizou para coletar 44 mil assinaturas em um abaixo-assinado em prol do pleno funcionamento da instituição em 2018. As ações renderam R$ 48 milhões em emenda parlamentar conquistados junto a Alesp. Embora devesse ser empregado na restauração do hospital, o valor foi desviado de sua função, sendo integralmente utilizado para pagamentos de custos previdenciários.

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