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   Editoria: De: Até:    

31/01/2020
Direcionamentos sobre fim da greve de Guarulhos
 

SIMESP
Na última quarta-feira, dia 29 de janeiro, o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) esteve em reunião com os profissionais de Guarulhos para debater os desdobramentos da greve dos médicos do município, que durou 15 dias no final de 2019, e futuras ações. O acordo para o fim da greve, intermediado pelo Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) entre os médicos e a Prefeitura de Guarulhos no fim do ano passado, previu o comprometimento da prefeitura em chamar médicos aprovados em concurso público, estabelecer novas regras para agendamento de consultas, efetuar mudanças no desconto de gratificação, além de garantir mais segurança nas unidades de atendimento.

Durante a reunião, médicos informaram que a chefia direta diz não ter ciência dos termos do acordo firmado com a prefeitura. Por essa razão, o Simesp orienta que os profissionais devem protocolar um termo de ciência com assinatura da pessoa responsável pela gerência da entidade com o objetivo de informar sobre os compromissos assumidos pela gestão municipal. (Imprima o modelo clicando aqui)

No acordo ficou definido que a reposição das horas não trabalhadas durante o período de greve seja feita em até 120 dias, a partir do dia 1º de janeiro. Para isso, Simesp recomenda que os médicos enviem um e-mail para a chefia direta e para a Coordenação de Saúde informando como é a sua disponibilidade para que a reposição seja realizada.

Outro ponto do acordo se refere ao cumprimento de hora adicional correspondente ao horário de almoço que, até a divulgação do Memorando Circular nº 010/2019-SS20, não era exigido pela administração do município. A prefeitura considerava a hora de intervalo inserida na jornada do médico, mas passou a exigir o preenchimento de uma planilha até o dia 31 de janeiro, indicando a quantidade de horas que serão compensadas correspondentes ao intervalo de almoço. Como os médicos trabalham em diferentes escalas, horários e locais, a planilha da Prefeitura não contempla todas as situações dos servidores. Por essa razão, o Simesp orienta que, em vez do preenchimento da planilha, seja feita uma carta com as especificações de cada caso e sugestão da forma a serem compensadas essas horas (clique aqui para ver o exemplo), com validação da chefia direta, para que seja encaminhada à Prefeitura até o dia 31 de janeiro.



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