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19/05/2020
Sociedades de especialidades médicas lançam diretrizes para atuação durante a pandemia

Cloroquina e hidroxicloroquina não estão entre os tratamentos indicados

SIMESP
A Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (Sbpt) elaboraram um manual de diretrizes para o tratamento farmacológico da Covid-19 (coronavírus). O documento recomenda ou não a intervenção medicamentosa de rotina de alguns fármacos no tratamento da infecção, baseada em critérios como benefício, risco, custo, acesso e nível de evidência. Entre os medicamentos não recomendados como rotina de tratamento da Covid-19 está a hidroxicloroquina ou cloroquina.

O manual teve apoio institucional do Hospital Moinho dos Ventos, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e do Hospital Sírio-Libanês e contou com o trabalho de 27 pesquisadores. Segundo o próprio documento, a pesquisa foi realizada para “fornecer recomendações baseadas nas evidências científicas disponíveis e em sua interpretação transparente para subsidiar decisões sobre o tratamento farmacológico da Covid-19 no Brasil”.

Clique aqui para acessar a versão em PDF do estudo.

Atenção Primária à Saúde também tem manual de diretrizes


No dia 16 de maio, a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) lançou um documento de recomendações para médicos da Atenção Primária à Saúde (APS) em meio à pandemia. A publicação também não recomenda o uso hidroxicloroquina e cloroquina no tratamento da Covid-19, baseado nos estudos do Centro de Medicina Baseada em Evidências da Universidade de Oxford. O manual da SBMFC se baseia, em uma primeira etapa, em cinco questões principais: o uso de hidroxicloroquina, cloroquina e/ou azitromicina, o tabagismo como fator de risco, o aumento da violência doméstica e o papel da APS, a manutenção da assistência às mulheres no ciclo gravídico-puerperal e oferta de contracepção pelas equipes de APS e o aumento do número de casos de coronavírus e como manter a saúde mental e evitar o desgaste psíquico dos trabalhadores da saúde.

Clique aqui para acessar a versão em PDF das recomendações.

Sindicato cobrou posicionamento do Cremesp

O Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) enviou ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) dois ofícios cobrando diretrizes para os médicos lidarem com casos de Covid-19 (coronavírus), no dia 22 de abril, mas até agora não obteve respostas. Para o Sindicato é imprescindível que o Cremesp se posicione para informar os médicos sobre as melhores práticas em tempos de pandemia, a ¬fim de subsidiar melhores atendimentos e proteger eticamente os médicos que trabalham na linha de frente de combate à pandemia.

Saiba mais: Sindicato cobra diretrizes do Cremesp.



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